Crítica: Mãe! (2017)

Em Mãe (2017), Aronofsky nos entrega um filme metafórico, cujas interpretações podem render páginas e páginas de teorias. É o típico filme que deixa o espectador com aquele sentimento de dúvida e inquietude após os créditos finais, como um quebra cabeça complexo que demanda sua completa atenção para ser finalizado.

Continue reading »