Crítica: Fullmetal Alchemist (2018)

Melhor do que grande parte das adaptações de mangás para o cinema, Full Metal Alchemist segue os passados da trilogia Samurai X ao não apressar sua história e deixar pendente eventos apresentados no filme para uma provável continuação. Por mais que fãs saudosistas venham a sentir falta de personagens importantes, a narrativa se mostra coesa dentro de sua proposta e tem bastante potencial para impressionar espectadores de primeira viagem.  

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Lady Bird sentada em um banco da igreja olhando para o lado com expressão de impaciência.

Crítica: Lady Bird (2017)

Após anos trabalhando como atriz e roteirista, Greta Gerwig se tornou um nome importante do cinema alternativo. De acordo com ela, seu grande objetivo no momento era finalizar um roteiro no qual encontrava dificuldade de terminar e ser a diretora dessa história. O roteiro em questão era Lady Bird, uma história bastante pessoal que resgata certas memórias de sua adolescência sobre uma jovem lidando com as angústias, alegrias, anseios e inseguranças na fase de transição para a vida adulta, dos 17 para 18 anos.

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Crítica: Mãe! (2017)

Em Mãe (2017), Aronofsky nos entrega um filme metafórico, cujas interpretações podem render páginas e páginas de teorias. É o típico filme que deixa o espectador com aquele sentimento de dúvida e inquietude após os créditos finais, como um quebra cabeça complexo que demanda sua completa atenção para ser finalizado.

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