Crítica: Mãe! (2017)

Em Mãe (2017), Aronofsky nos entrega um filme metafórico, cujas interpretações podem render páginas e páginas de teorias. É o típico filme que deixa o espectador com aquele sentimento de dúvida e inquietude após os créditos finais, como um quebra cabeça complexo que demanda sua completa atenção para ser finalizado.

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Em Foco: Medo e Delírio

Em Medo e Delírio, a decadência do Sonho Americano é retratada sob a ótica de uma geração que viveu um forte sentimento de esperança e efervescência cultural em meios aos conflitos dos anos 1960, mas que parece ter perdido seu propósito anos mais tarde ao se dar conta de um evidente deslocamento social, atenuado pelo crescente incentivo ao consumo desenfreado.

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